Itaúna, 23 de setembro de 2018

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12 de maio de 2018 às 07h00 - Atualizado: 19 de maio de 2018 às 09h59

CÂMARA

Muitas reclamações...

Mais uma vez a reunião da Câmara de Itaúna foi marcada por muitas reclamações. Anselmo Fabiano questionou proposta do prefeito que chegou à Casa para revogar a lei que dá gratuidade no transporte coletivo para idosos de 60 a 65 anos. Disse que vai trabalhar para não aprovar a proposta do prefeito. Gláucia, por sua vez, disse que vai propor uma audiência pública para discutir a necessidade de obras na região da Praça da estação e aproveitou para endossar a reclamação contra o alto volume do apito do trem.
Alexandre Campos solidarizou com a colega e falou de proposta para exigir cancela nas passagens de nível de Itaúna. Lacimar (Três) também endossou a reclamação e disse que em Formiga já existe um dispositivo para que os trens não apitem entre 22 e 6 horas da manhã do dia seguinte. Tôezinho falou sobre denúncia que recebeu de que as manilhas que estavam no final da Avenida Gabriel da Silva Pereira para concluir a obra teriam sido roubadas. Disse ainda que existem R$ 100 mil em conta, desde o início de 2017 e que outros R$ 280 mil estão liberados, para realizar a obra e que, se não for feita, o município pode perder o recurso.
Lacimar (Três) também reclamou da falta de manutenção na “estrada do Café da Estrada”, dizendo que “nem ônibus sobe lá”, e que é urgente a recuperação do local. Márcia Cristina reclamou da falta de pintura nos quebra-molas, o que pode ocasionar acidentes. Também questionou o porquê de o PSF do Morro do Engenho ainda funcionar em imóvel alugado, se existe imóvel próprio para abrigar a unidade. Da Lua completou informando que já está disponível o recurso para a reforma e que a informação é de que no segundo semestre as obras necessárias serão realizadas para que o PSF vá para o local, segundo promessa da Prefeitura. E, para concluir as reclamações, Palmira, ex-vereadora, ocupou a Tribuna Livre e concluiu sua fala afirmando que “os psicólogos desapareceram dos PSFs e até hoje não voltaram”, criticando a retirada destes profissionais das unidades de saúde.