Itaúna, 26 de setembro de 2018

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10 de março de 2018 às 07h00 - Atualizado: 10 de março de 2018 às 10h22

MP apura ato de improbidade de Júnia Morais

Suspeita é de que procuradora adjunta da Prefeitura usou do cargo para beneficiar irmã

A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público instaurou processo para apurar possível ato de improbidade administrativa, cometido pela procuradora adjunta, Júnia Morais Silva, no intuito de beneficiar sua irmã Ana Amélia Silva Morais, no caso de sua nomeação para o cargo de psicóloga. Conforme já divulgado pela FOLHA, uma proposta assinada pela procuradora- adjunta e a procuradora-chefe Judicial e Fiscal, Sandra Helena Silva, recebeu o “de acordo” do procurador geral do Município, Jardel Araújo e do promotor de Justiça, Weber Araújo Vasconcelos. Porém, na proposta de acordo não foi informado que não haviam vagas a serem preenchidas. Desta forma, o promotor pediu a anulação do acordo por ter sido induzido a erro.
Em seguida, o promotor mandou instaurar procedimento para apurar a ação da procuradora e o ato já é de conhecimento da Administração Municipal. A Prefeitura deve abrir, também, inquérito administrativo para apurar o fato, sob pena de ser chamada a responder pelo ato.