Itaúna, 19 de junho de 2018

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09 de junho de 2018 às 07h00 - Atualizado: 09 de junho de 2018 às 10h16

Abastecimento dificultado em Itaúna

Diferente das várias cidades da região Centro-Oeste, o abastecimento em postos de combustíveis de Itaúna continuava complicado uma semana após o encerramento da greve dos caminhoneiros. Na quarta-feira à tarde e quinta-feira pela manhã, a reportagem ainda registrou postos fechados e filas para abastecimento onde tinha combustível. Também os preços sofreram alta no período. Outro fato registrado é que onde ainda podia ser encontrada gasolina só mesmo a aditivada, sempre acima de R$ 5,15 o litro. E tem, ainda, uma série de reclamações nas redes sociais, inclusive quanto à adulteração de produtos, porém sem confirmação.
Durante a paralisação e nos dias imediatamente posteriores ao encerramento da greve, foram feitas filas quilométricas, onde as pessoas permaneciam por mais de 4 horas à espera do abastecimento. Curiosamente, quando tinha combustível em um local, faltava em outro. Vários postos ainda não haviam recebido combustível até a manhã de quinta-feira. Este fato levou várias pessoas a reclamarem de um possível acordo entre os empresários do setor para se beneficiarem com a greve. Não foram especificadas as vantagens que poderiam obter com o fato, mas o certo é que tanto o álcool (etanol) quanto a gasolina sofreram aumento sensível nos preços.
A situação é, no mínimo, muito estranha, visto que nas cidades vizinhas o abastecimento estava normalizado na quarta-feira, dia 06, e Itaúna fica distante pouco mais de 50 quilômetros da refinaria e distribuidora de combustíveis. É um tema para que as autoridades constituídas atuem como cobram algumas postagens nas redes sociais. Além do aumento no preço, o fato de persistir o desabastecimento é bastante suspeito.