Itaúna, 23 de outubro de 2017

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12 de agosto de 2017 às 07h00 - Atualizado: 02 de setembro de 2017 às 10h49

Voz do Povo 12/08/2017

Limpeza que suja

Limpeza que suja - Moradores do bairro Aeroporto procuraram a reportagem para reclamar sobre o resultado de uma “limpeza” que a Prefeitura teria iniciado naquele bairro. Segundo os reclamantes, depois de 8 meses, apareceram alguns homens da Prefeitura, com enxadas, e capinaram o mato que tomava conta de bordas de passeios e meios-fios do bairro. Porém, “há uns 15 dias”, conforme disse um reclamante, “os homens desapareceram, depois de ajuntar montinhos de mato e terra nos cantos das ruas”. E lá estão os ‘montinhos’ à espera de algum funcionário, com um caminhão ou caminhonete, que possa recolhê-los. Até porque, como estão, dentro de pouco tempo todo esse lixo será espalhado pelas ruas. “será que vamos ter de esperar mais 8 meses para recolherem esse lixo?”, perguntou contrariado um cidadão.

Riscos de incêndio - Na última semana aconteceu uma queimada de grandes proporções na área do pátio da Arcellor, no Bairro das Graças. Os funcionários da empresa imediatamente apagaram o fogo, porém, mesmo assim, duas pessoas tiveram de ser medicadas devido à inalação de fumaça. Felizmente o caso não teve maior gravidade, porém serve de alerta para os riscos de se fazer queimadas em lotes vagos e áreas abandonadas, com muito mato. Neste período de estiagem, de muito mato seco e vento, os riscos são maiores ainda, alertam cidadãos que entraram em contato com a reportagem para narrar o ocorrido e alertar para os riscos.

Papagaios, pipas e risco de morte - Todos sabem dos riscos de soltar papagaios e pipas, usando cerol ou linha chilena. Porém, em Itaúna ampliaram os riscos, com a paralisação e consequente abandono do prédio da nova Prefeitura, que está sendo construído no alto da Jove Soares (Condomínio Boulevard Sul). É que vários meninos (e grandões também), estão utilizando a laje daquele prédio como base para empinar suas pipas e papagaios. O risco de acidentes é enorme, alertam os reclamantes. E pedem à administração que, já que paralisou a obra, que pelo menos mantenha vigias no local, já que qualquer acidente naquela área é responsabilidade do Município. Com a palavra os (ir)responsáveis.

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