Itaúna, 19 de novembro de 2017

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04 de novembro de 2017 às 07h00 - Atualizado: 18 de novembro de 2017 às 10h00

Edição 1260 04/11/2017

Semáforo relâmpago... 

Motoristas que passam diariamente pelo trecho compreendido entre as ruas Cassiano Dornas, Francisco Santiago, Capitão Vicente e avenidas Getúlio Vargas e Jove Soares questionam a temporização dos semáforos que controlam o trânsito naquela região. Reclamam que o semáforo que fica na esquina de Cassiano Dornas com Getúlio Vargas “é relâmpago” e que o pouco tempo em que permanece aberto para a passagem dos veículos, provoca engarrafamento no trânsito, tanto na Cassiano Dornas, para quem tem que atravessar a Jove Soares, quanto para quem segue na Jove Soares e deve virar à direita na Cassiano Dornas. Pedem uma solução para o problema. As mesmas reclamações (rapidez no tempo de “sinal verde”) são feitas em relação ao semáforo que fica logo após o Orfanato, na Getúlio Vargas.

Pedinte “esperto”

No início da semana a reportagem recebeu várias reclamações sobre um pedinte que fica de muletas, na esquina da Rua Francisco Santiago, pedindo ajuda aos motoristas que passam pelo local.
Ele chega se amparando nas muletas, alegando dificuldades físicas, mas tão logo o sinal é aberto, ele corre para se livrar de um possível atropelamento.
O fato foi parar também nas redes sociais. Pedem ação das autoridades e até mesmo da polícia, para flagrar o “esperto” pedinte, que explora a bondade das pessoas que passam pelo local e alertam para que não deem esmolas nas ruas, pois isto só faz com que aumente o número de pedintes.

Camelôs e “voluntários” aos montes

Com a chegada do “dia do pagamento” dos trabalhadores, a cidade é invadida por uma leva de camelôs, pedintes e “voluntários” de “entidades” de auxílio, que vendem canetas e detergente nas esquinas e pelas ruas da cidade. Isso traz prejuízo ao comércio legalmente estabelecido, incômodo aos transeuntes e apreensão às pessoas, principalmente os mais velhos e mulheres, que são abordados pelos “vendedores” e pedintes a todo instante.
Pedem ação da fiscalização de posturas e à Assistência Social para acabar com esta invasão. Com a palavra as autoridades.

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