Itaúna, 21 de setembro de 2018

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24 de março de 2018 às 07h00 - Atualizado: 21 de abril de 2018 às 09h03

Coluna do Cruzeiro

O jogo contra o Patrocinense foi bem mais difícil do que eu imaginava. A equipe do interior veio para Belo Horizonte com um esquema totalmente defensivo e até conseguiu segurar o empate em 0x0 no primeiro tempo, mas no segundo, prevaleceu a superioridade técnica e física, e o Cruzeiro conseguiu vencer por 2x0, com dois gols do garoto Daniel. Esses regulamentos tipo “mata-mata” realmente são mais emocionantes, mas muitas vezes são injustos. Imagina se o Cruzeiro, que fez uma primeira fase muito acima dos demais concorrentes, fosse eliminado por um adversário que ficou mais de dez pontos atrás na tabela?
Na quarta-feira fomos à Juiz de Fora e conseguimos uma vitória magrinha, mas importante, num jogo também muito difícil, (bem mais difícil que o normal) e muito desleal. O centroavante do Tupi deu duas entradas criminosas no Ariel Cabral e no primeiro lance o juiz até deu o cartão amarelo, e no segundo lance, ele deveria é ter expulsado direto, mas, nem o segundo amarelo ele deu. O engraçado é que momentos depois ele expulsou o Ariel. Não teve critério nenhum, simplesmente usou “dois pesos e duas medidas”. Depois que o “Atrético” reclamou da arbitragem do clássico nós só fomos prejudicados e eles beneficiados. É bom o Itair Machado ficar esperto porque o “Atrético” tá querendo ganhar o campeonato é no grito! Que o diga o América que foi “garfado” de novo na quinta-feira! Amanhã, às 11 horas, o nosso Cruzeiro volta a enfrentar o Tupi, e todo cuidado é pouco. E o Cruzeiro está precisando jogar bem mais do que vem jogando! Saudações Celestes.

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