Itaúna, 22 de outubro de 2018

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05 de outubro de 2018 às 07h00 - Atualizado: 20 de outubro de 2018 às 11h06

Coluna do Atlético

Não sei o que está pior neste pobre futebol brasileiro, se são os jogadores ou os sopradores de apito. Esta última rodada então foi de lascar, ver os árbitros marcarem dois pênaltis com a falta sendo, no mínimo, a um metro fora da área. O pior de tudo é que são seis árbitros envolvidos em cada jogo e nenhum deles opinou. A verdade é que finam, deixando a batata quente nas mãos do apitador principal. Um total de 22.654 atleticanos foram ao Horto assistir a vitória do Galo sobre o Sport Recife por 5x2, quebrando o recorde de público que era 22.481 do Coelho do Rogério Augustus. Não sei o que falar: se foi o nosso Galo que foi bem, ou se foi a ruindade do time de Recife que ajudou. De qualquer maneira vamos tentar analisar nossos cracos: Victor, não está numa fase boa, está me passando insegurança, 6; Emerson, só pelo golaço que fez, leva a maior nota do time, 9; Leonardo, não foi bem e deu uma de bandido marcando contra, 5; Maidana, outro que também ficou devendo, 5; Fábio Santos, foi bem mesmo sem ser brilhante, 7; Zé Welerson, deu conta do recado, 7; Elias, outro que também deu no couro, 7; Cazares, um dos melhores em campo, 8; Luan, foi bem e útil para o time, 7; Ricardo Oliveira, apenas o gol e nada mais, 6; Chará, outro gigante em campo, 8. Entraram Galdezani, Nathan e Edinho, notas 5.
Hoje, temos pedreira em Chapecó, contra outra asa negra, principalmente sendo em Santa Catarina. O empate já serviria. Neste domingo, eleição em todo o Brasil. Que o Espírito Santo ilumine cada votante para escolher os melhores candidatos. Atos 1, 26 “Deitaram sortes e caiu a sorte em Matias que foi incorporado aos onze apóstolos”. Shalon.

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