Itaúna, 18 de março de 2019

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08 de dezembro de 2018 às 07h00 - Atualizado: 05 de janeiro de 2019 às 11h11

Coluna do América

Amigo leitor, não gostaria de ter que escrever este comentário, mas ao contrário dos jogadores do América, assumi o compromisso, e estou cumprindo com a minha responsabilidade. O Rafael Moura, por exemplo, fugiu da sua obrigação. Simplesmente se omitiu no jogo mais importante do ano para o América. Se tivesse batido o pênalti, a história do jogo poderia ter sido outra e o nosso América poderia não ter sido rebaixado. Por que será que o Luan se arvorou a cobrador de pênalti? A verdade é que algumas partidas não permitem erros, não permitem vacilos... O episódio da cobrança da penalidade deixou evidente a falta de liderança dentro de campo. Claro, com o Givanildo as coisas melhoraram, mas ainda faltam muitos retoques na equipe. Agora o América seguirá com o Givanildo no comando. E o Giva sabe tudo sobre o Coelho, tem uma bela folha de serviços prestados e é campeão em matéria de acesso à Primeira Divisão. É torcer para que ele dê certo no comando da equipe.
Voltando ao jogo contra o Flu: quando o América levou aquele gol pelo alto de um time que não fazia gols nem por decreto, fiquei aqui pensando: “Que falta faz o Messias!”. Na verdade, o meu, o nosso América começou a cair quando teve que abrir mão do Serginho, que arrumava o nosso meio-campo. Relembrando que na primeira partida do Coelho contra o Sport ele marcou 3 gols. Disputou o Campeonato Mineiro, a primeira partida do Campeonato Brasileiro e foi embora para o Japão. Como a diretoria o deixou ir logo no início do Brasileirão? É preciso rever essa política de empréstimos de jogadores. Colocar o atleta em forma, exibi-lo em campo e depois ficar sem o seu futebol ao longo da temporada, não dá certo. Melhor seria não trazer. No próximo sábado continuo minhas lamentações sobre a volta do Coelho à Segunda Divisão. Abraço Verde.

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