Itaúna, 23 de janeiro de 2018

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16 de dezembro de 2017 às 07h00 - Atualizado: 13 de janeiro de 2018 às 09h46

A Voz do Povo

Casa abandonada preocupa vizinhos

Uma casa abandonada na Rua Cassiano Dornas, no quarteirão entre a Avenida Jove Soares e Rua Santana, tem preocupado a vizinhança. O problema é que o mato cresce no lote da construção, criando ambiente propício à proliferação de animais peçonhentos e insetos, além da água que se acumula, principalmente na laje da casa, que se transforma em criadouro do mosquito da dengue. Uma vizinha disse que tem tentado reclamar na Prefeitura, sem sucesso, criticando inclusive o fato de a deixarem ao telefone, ouvindo “uma musiquinha irritante”, nas várias oportunidades em que tentou reclamar junto à Ouvidoria do Município. Disse que nas imediações moram idosos e uma criança recém-nascida, alvos mais vulneráveis à dengue e outras doenças. Por isso, pede que a Prefeitura mande seus fiscais ao local para constar os problemas e cobrar do proprietário do imóvel – que mora em Santanense, adianta – para que o mesmo, pelo menos, mantenha o local limpo. Fica o registro.

Cavalete e entulho interditam pista na Jove Soares

Várias foram as reclamações de motoristas que passaram pelo local durante a semana, quanto a um cavalete do SAAE e restos de entulho que ficaram expostos em uma das pistas da Avenida Jove Soares, por vários dias.
Reclamaram que a obra foi realizada e deixaram a interdição no local, atrapalhando o tráfego. Pedem ao setor de obras do SAAE que sejam “mais organizados” para que o fato não volte a ocorrer, causando incômodos e riscos de acidentes (já que o cavalete foi colocado exatamente em cima do tampão refeito, sem qualquer sinalização preventiva).

Lâmpadas queimadas só “com programação”

Um cidadão, morador do Bairro Itaunense, contatou a coluna para questionar o critério de atendimento à troca de lâmpadas queimadas no município. Segundo ele, entrou em contato, na segunda, com a Prefeitura, pedindo a troca de 4 lâmpadas queimadas, nas ruas Padre Antônio e Rosa Sacramento, naquele bairro. Disse ter sido muito bem atendido e informado que as mesmas seriam trocadas. Como não ocorreu a troca, ele voltou a entrar em contato, quando foi informado que a troca demoraria, pois “a empresa que faz a manutenção atende por setor” e assim que estivesse naquela região, trocaria as lâmpadas solicitadas. Questiona o reclamante se será necessário que as lâmpadas ”se programem” para queimar atendendo à programação da empresa contratada. Alega que, “assim, fica fácil para a empresa”, lembrando que isso possibilita a economia para a empresa contratada, em detrimento da necessidade da população que é obrigada a ficar às escuras, até que sua reclamação entre na “programação” da terceirizada. Fica o registro e a crítica.

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